Operação Canguçu: corpo de um dos suspeitos, morto em confronto com a polícia, continua no IML

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Outros cinco corpos passaram por exames e foram entregues às famílias, segundo a Polícia Civil. Confrontos aconteceram na região oeste do Tocantins. Corpos chegaram ao IML de Paraíso por volta das 11h30 deste quarta-feira (19)
Divulgação/Polícia Militar
O corpo de um dos suspeitos morto durante caçada policial à quadrilha que aterrorizou uma cidade em Mato Grosso e se escondeu no Tocantins ainda está no Instituto Médico Legal (IML) de Palmas. Os outros cinco mortos nos confrontos que aconteceram até o momento já foram identificados, segundo informou a Polícia Civil. Mas os nomes não foram divulgados pelas autoridades.
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O bando que segundo as forças policiais tem cerca de 20 integrantes, está na região oeste do estado desde o dia 10 de abril. Um dia antes de chegar ao Tocantins, eles passaram por Confresa (MT) atirando pelas ruas e provocando medo na população. Uma empresa de transporte de valores e uma base policial da cidade foi invadida pelos criminosos, que levaram armas.
Eles teriam entrado no Tocantins em embarcações pelos rios Araguaia e Javaés e na zona rural de Pium, cruzaram com uma patrulha da cidade, que pediu reforços após confronto.
Equipes policiais estão mobilizadas na busca por suspeitos
PM/Divulgação
Em 11 dias de caçada ao grupo, que se dividiu para escapar, seis homens morreram e um foi preso e levado para a Unidade Penal de Palmas depois de fazer o funcionário de uma fazenda refém. Ele foi identificado como Sérgio Alberto de Lima, de 48 anos.
Somente uma identificação foi divulgada, de Raul Yuri de Jesus Rodrigues, de 28 anos. Ele morreu após troca de tiros com policiais no dia 12 de abril. Conforme a Polícia Civil, cinco mortos foram entregues às famílias até a tarde desta quinta-feira (20). A polícia não informou se o corpo que segue no IML foi morto nas ações da semana passada ou no confronto de terça-feira (18).
Força-tarefa durante buscas por assaltantes no Tocantins
PM/Divulgação
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Cerco policial
De acordo com a Polícia Militar (PM), pelo menos cinco criminosos ainda estão escondidos no Tocantins e uma força-tarefa composta por 350 policias civis e militares do Tocantins, Pará, Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais estão fechando o cerco para localizar o bando.
Durante a operação foi apreendido um verdadeiro arsenal com capacetes e coletes, armamento pesado e munições de uso restrito das Forças Armadas, por serem utilizados em guerra. Todo o material deverá ser entregue às polícias de Mato Grosso, onde o grupo começou a ação criminosa.
Um vídeo divulgado pela polícia mostrou a intensa troca de tiros em uma área de mata. Segundo a PM, devido ao risco de emboscada os militares resolveram esperar o amanhecer para fazer a busca pelos corpos devido ao risco de novos tiroteios. Nenhum policial se feriu durante os confrontos com criminosos.
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Fonte: G1 Tocantins